quarta-feira, 12 de outubro de 2016

MEU QUERIDO JOÃOZINHO

Nesse dia 12 de outubro onde se comemora o dia das crianças, quero lembrar nossa responsabilidade como pais cristãos na formação moral e espiritual de nossos filhos.
O Reformador Martinho Lutero, mesmo sendo um homem que estava ativamente envolvido na obra de Deus, não se esquecia de seus filhos. Numa carta escrita para o seu filho João, Lutero deixa transparecer o seu cuidado e sua preocupação com a formação espiritual de seu filho.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

COMO DEVEMOS NOS PREPARAR PARA OUVIR A PALAVRA PREGADA?



A maioria dos cristãos acredita que os pregadores precisam ser fiéis na pregação da Palavra, que essa é uma de suas responsabilidades, ou seja, a de transmitir com fidelidade a Palavra de Deus. Mas poucos param para pensar em suas próprias responsabilidades ao ouvir a Palavra pregada.  É verdade que o pregador tem suas responsabilidades diante da Palavra de Deus, mas também é verdadeiro que os ouvintes também têm suas responsabilidades.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

MARAVILHOSO JESUS, TU ÉS PERFEITO!



O autor da epístola aos Hebreus afirma a impecabilidade de Jesus Cristo nas seguintes palavras:
“Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4.15).
Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (Hb 7.26).

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A HESITAÇÃO DOS HOMENS DE DEUS DIANTE DA SUBLIME TAREFA DA PREGAÇÃO.

Sem dúvidas, a pregação da Palavra de Deus é algo maravilhoso. Ser comissionado para ser um pregador da Palavra do grande Deus é algo sublime. Tão sublime que levou o reformador Calvino declarar:
“Entre tantos dotes preclaros com os quais Deus há exornado o gênero humano, esta prerrogativa é singular: que digna a Si consagrar as bocas e línguas dos homens, para que neles faça ressoar Sua própria voz”. [1] 

sábado, 27 de agosto de 2016

CONSIDERAÇÕES SOBRE A MORTE

Quando o patriarca Jó meditou sobre a vida, ele apontou para duas realidades importantes. Primeira, é que a vida é breve: “O homem, nascido de mulher, vive breve tempo”. A segunda é que a vida é difícil: “cheio de inquietação” (Jó 14.1).
De todas as realidades da vida, a mais dura e difícil de lidar é com a realidade da morte. Desde que o pecado entrou no mundo, a morte tornou-se uma dura realidade para o homem (Rm 5.12). A morte é o compromisso inadiável de todo homem, pois “que homem há, que viva e não veja a morte? Ou que livre a sua alma das garras do sepulcro?” (Sl 89.48). Os vivos sabem que hão de morrer (Ec 9.5).