sábado, 23 de abril de 2016

CALVINO NÃO É UM ASSASSINO E SERVETO NÃO É UM MÁRTIR.

O que tem prevalecido até hoje é a ideia de que Calvino pessoalmente executou Serveto. Que Calvino arquitetou, tramou e executou o seu plano de tirar-lhe a vida. Que o reformador de Genebra é um assassino, um tirano sedento por sangue. Porém, o máximo que se pode atribuir a Calvino no caso Serveto é a sua concordância na execução, não que ele fosse morto na fogueira, mas que ele fosse morto. Não que isso seja certo, mas é o que se pode atribuir a ele.
De fato, Calvino acusou Serveto de heresia, o que não era nenhuma mentira, pois Serveto, era sim um herege que já havia sido preso pelos católicos romanos na França; tendo fugido da prisão, foi queimado simbolicamente pela igreja romana.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O CAPÍTULO MAIS “INFAME” DA CONFISSÃO DE WESTMINSTER



Estava lendo o e-book, “o outro lado do Calvinismo”, quando o autor, Laurence M. Vance, discorrendo acerca da Confissão de Fé de Westminster, escreveu a seguinte pérola: A confissão “contém trinta e três capítulos, cada um dividido em parágrafos. O mais longo é aquele sobre a Bíblia, contendo dez parágrafos; o mais infame é aquele sobre a predestinação”. [1]
Como ainda não memorizei toda a Confissão, corri para a biblioteca e a tomei em minhas mãos, a fim de conferir quais eram as infâmias que a Confissão trazia acerca da predestinação.

sábado, 9 de abril de 2016

O QUE É JUSTIFICAÇÃO?

Tempos atrás, tínhamos um quadro no programa da rádio que se chamava: o que é? Ali nós tentávamos fazer um desdobramento de vários termos importantes para a nossa fé. Aqui nosso interesse é responder à seguinte pergunta: o que é justificação?

quinta-feira, 10 de março de 2016

A PODEROSA INTERVENÇÃO DE DEUS NA HISTÓRIA HUMANA

Vivemos uma época onde as pessoas odeiam a ideia de absolutos. Não é de admirar-se que uma das verdades mais fundamentais da teologia, a doutrina da soberania de Deus também seja odiada. Mas o que nos deixa perplexos é que essa animosidade, muitas vezes parte de pessoas que se denominam cristãs.
Desde o advento de movimentos como o humanismo, passou-se a falar muito alto acerca do homem, da autonomia do homem, do livre-arbítrio do homem, da importância do homem, etc. Fala-se tão alto acerca do homem ao ponto de Deus ter apenas um papel secundário na história e na vida do homem, não passando de mero coadjuvante.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

O PROBLEMA DAS LÍNGUAS ESTRANHAS

Esse texto não irá discutir se a prática de falar em línguas é válida para hoje ou se limitou apenas aos dias apostólicos. Mas analisar como os cristãos da igreja de Corinto foram ensinados na prática desse dom espiritual, e como muitas igrejas que hoje praticam o falar em línguas destoam do ensino de Paulo. Ao analisar as práticas hodiernas podemos constatar alguns problemas: