O homem que é salvo pela Palavra
de Deus, não pode mais viver sem proclamá-la. Ele tem que falar da maneira mais
cristalina possível, ainda que ao fazer isso agite de maneira furiosa o inferno
e traga sobre sua própria vida o perigo iminente da morte. Assim era Lutero.
Quando lemos a sua história, achamos
que ele é ríspido, austero, politicamente incorreto. Ele não era um “caniço
agitado pelo vento”. Ele não era adepto do evangelho
encaramelado. Ele não estava disposto a esconder a verdade, a fim de
agradar as pessoas.
Quando o Espírito Santo iluminou
a sua mente e o levou à conversão, ele ousou tornar pública a sua redescoberta
teológica – o justo viverá pela fé,
desafiando a todos para um retorno sincero e radical ao evangelho da graça de
Deus.