terça-feira, 21 de julho de 2015

A UM CLIQUE DA PERDIÇÃO

A chamada “inclusão digital” tem permeado de forma maciça em nossa sociedade. Hoje a internet não é privilégio das camadas mais abastadas da sociedade, mas também conhecida e utilizada pelas camadas mais pobres. Assim, a grande maioria das pessoas tem acesso a essa ferramenta fantástica, chamada internet.
Essa ferramenta tem sido útil na propagação das verdades centrais da fé cristã. Há muitos blogs e sites que disponibilizam vídeos, textos e áudios que alimentam as almas de cristãos fiéis. Quem poderia imaginar que um dia eu assistiria um sermão de R. C. Sproul? Ou de Lloyd-Jones? Ou ainda de John MacArthur? Ou ouviria em tempo real o culto de doutrina da Igreja Presbiteriana de Vitória, no ES, pastoreada pelo mensageiro singular da graça de Deus, o Rev. Hernandes Dias Lopes? Tudo isso e muito mais é possível através da internet.

domingo, 12 de julho de 2015

CONFISSÃO DE PECADOS

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal” (Pv 28.13,14).
O reformador alemão, Martinho Lutero, é conhecido pela maioria das pessoas pelas suas 95 teses contra as indulgências, fixadas na porta da Igreja do Castelo de Wittemberg no dia 31 de outubro de 1517. Porém, poucos param para atentar para o conteúdo dessas teses. Já sabemos que naquele momento o pensamento e a teologia de Lutero estavam em desenvolvimento. Porém, já em sua primeira tese ele mostrara a sua compreensão da fé evangélica ao afirmar:

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O SORRISO DE DEUS

Os ímpios em sua obstinada rebeldia, derramam de suas fontes imundas, a sua insultuosa arrogância contra o Senhor Deus. Recentemente, aqui no Brasil, grande foi o burburinho dos cristãos por causa de atos praticados na chamada “parada do orgulho gay”, onde um transexual saiu em desfile amarrado numa cruz.  
Não se falava de outra coisa entre os evangélicos. As redes sociais ficaram abarrotadas de mensagens que tratavam do assunto. Parecia que Deus estava no cadafalso. Encurralado nas cordas sem ter como sair.  

sexta-feira, 19 de junho de 2015

ENTREVISTA COM SPURGEON

Boa noite, está no ar mais uma edição do Jornal Reforma Já! E nesta noite nós temos o imenso prazer de receber em nossos estúdios, o “príncipe dos pregadores”, o Rev. Charles Haddon Spurgeon.
1. Spurgeon, o senhor tem pregado com muita convicção as doutrinas da graça, também chamado de Calvinismo. Por favor, defina para nós o que é Calvinismo?
 - Minha opinião pessoal é que não há tal coisa como pregação de Cristo, e este crucificado, a menos que se pregue aquilo que atualmente se chama calvinismo. É apelido chamar isso de calvinismo; pois calvinismo é o evangelho, e nada mais. Não creio que possamos pregar o evangelho... a menos que preguemos a soberania de Deus em sua dispensação da graça e também a menos que exaltemos o amor eletivo imutável, eterno, inalterável e conquistador de Jeová; como também não penso que possamos pregar o evangelho, a menos que o alicercemos sobre a redenção especial e particular do seu povo eleito e escolhido, que Cristo realizou na cruz; e também não posso compreender um evangelho que permite que os santos apostatem, depois de terem sido chamados.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

ENTREVISTA COM LUTERO

Se eu tivesse a oportunidade de entrevistar Lutero, creio que seria mais ou menos assim:
Boa Noite. Seja muito bem-vindo ao Jornal Reforma Já! O seu programa de entrevista dos grandes baluartes da fé cristã. Hoje nós estamos recebendo em nosso programa, um homem que mudou os rumos da Europa, quiçá do mundo inteiro; o servo de Deus, doutor, Martinho Lutero.
1. Lutero, como você explica o espantoso crescimento da Reforma Protestante? Qual o segredo?
- Eu simplesmente ensinei, preguei e escrevi a Palavra de Deus. Fora isso eu não fiz nada. E enquanto eu dormia, a Palavra enfraquecia de tal maneira o papado que nem o príncipe nem o imperador poderiam ter infligido maiores danos sobre ele. Eu nada fiz, a Palavra fez tudo.